Quarenta e três anos após a última presença nos quartos da principal competição europeia e sessenta e dois depois da única reviravolta com três golos de desvantagem, o Sporting reescreveu o capítulo mais pungente da sua história continental. A goleada ao Bodø/Glimt fundou-se na correção radical do que falhara na Noruega, na coragem tática inexistente na primeira mão, e na irmandade de uma equipa que, para se superar, abraçou a identidade que lhe é própria.
