1 O empate caseiro ante o Vitória SC, após a eliminação da Liga Europa, impediu que o FC Porto encurtasse para quatro pontos a distância para a liderança do campeonato. Martín Anselmi, que não podia contar com os castigados João Mário e Nehuén, preservou o 3x4x2x1 que utilizara em Roma, mas fez sete alterações – entre preteridos e alterações posicionais – em relação à partida anterior. Diogo Costa, Otávio, Moura e Varela foram os resistentes. Entre os titulares em Itália, Fábio Vieira passou de avançado-interior pelo centro-direita para a função de médio-centro, onde a equipa se sente órfã de Nico, o que o deixa muito longe do arco rival, não favorecendo a sua aptidão para assaltar as entrelinhas para depois mostrar os seus dotes diferenciadores na produção de desequilíbrios, na criação e na finalização, enquanto Pepê, avançado-interior pelo centro-esquerda ante os giallorossi, deslocou-se para o corredor contrário, alternando movimentos interiores com ações à largura. De resto, Zé Pedro, como defesa-central pela direita, Tomás Pérez, médio-defensivo adaptado à posição de defesa-central pelo meio, repetindo uma experiência já efetuada com Eustáquio, Gonçalo Borges, aposta surpresa como ala direito, onde se esperaria Pepê, Rodrigo Mora, como avançado-interior pelo centro-esquerda, e Namaso, como referência ofensiva com um perfil muito mais associativo, foram as novidades no onze, o que conduziu às saídas de Djaló, Eustáquio e Samu, além dos inevitáveis Nehuén e João Mário.
