1] A 28 de setembro, na celebração de mais um aniversário do FC Porto, Rui Pedroto, vice-presidente do clube, fez bem em rememorar que este é um ano zero para os dragões. Mais do que a mudança radical da estrutura diretiva e de um conjunto de modificações no futebol, com a promoção do adjunto Vítor Bruno a treinador principal e um conjunto de saídas de unidades nucleares, como Pepe, Chico Conceição, Taremi e Evanilson, a Direção comandada por André Villas-Boas avançou para o novo exercício numa situação delicadíssima a nível financeiro, constrangida a assinar um autêntico manual de resistência para conjugar o verbo reconstruir no imediato, de forma a trilhar os caminhos para um futuro que pretende que seja de sucesso. O que não significa, até pelo ideário draconiano, que não exista a pretensão de avassalar títulos e troféus esta época, sabendo que é crucial, no curto prazo, entrar na fase de liga da Champions 25/26.
