Ainda com o jogo de 21 de janeiro na memória coletiva, epilogado com um retumbante 4.-5, depois do Benfica ter desperdiçado vantagens de 3-1 e de 4-2, o Barcelona volta a estar no caminho dos encarnados. Com 124 golos apontados em 40 jogos oficiais, os blaugranas asseveram-se como a grande máquina de futebol ofensivo do futebol mundial neste exercício. Ao contrário do que sucedia há pouco mais de um mês, em que somavam 18 pontos perdidos nas últimas 8 jornadas de La Liga, a sequência de 12 vitórias e 3 empates nas derradeiras 15 partidas permitiu que a formação orientada por Hansi Flick recuperasse a liderança isolada do campeonato – com um ponto de vantagem sobre o Atlético Madrid e três sobre o Real Madrid, que atropelaram no Bernabéu (4-0) e na Supertaça (5-2) –, onde exibem o futebol mais estimulante da competição. A namorar o superlativo nos desempenhos na Champions – 6 triunfos consecutivos após a derrota na ronda inicial no Mónaco, o que lhes permitiu terminar a fase de campeonato em 2.º lugar, a 3 pontos do imbatível Liverpool –, os culés superaram, a nível interno, as arduidades ante equipas que se apresentavam em blocos baixos, recorrendo ao 6x3x1 em momento defensivo, mesmo que se exponham defensivamente, se a sua pressão impetuosa for superada.
