Análise de Rui Malheiro ao Lyon: Entre o caos defensivo e a voracidade ofensiva

Protagonista de um desempenho muito aquém das expectativas nas provas internas, bem atestado num 8.º lugar – a par do Monaco – fora do acesso à zona europeia, e na eliminação precoce, fruto da deplorável conduta dos seus adeptos, da Taça, o Lyon aposta as suas fichas na Liga Europa, competição em que aborda os 'oitavos' com o estatuto de equipa invicta, reflexo de 5 triunfos e de 1 empate ante Rangers, Sparta Praga e Bröndby. Contudo, apesar da facilidade com que os gones chegam a zonas de finalização e visam a baliza rival, a forma voraz como atacam, envolvendo muitos jogadores no processo ofensivo sem se prepararem devidamente para o momento da perda, contribui – e muito – para um processo defensivo caótico em organização, transição e na defesa de bolas paradas laterais, o que torna o FC Porto, com um modelo de jogo muito mais completo e extremamente sagaz a realizar ajustes estratégicos na abordagem aos desafios, em favorito à passagem aos 'quartos'.

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