As lições de Montjuïc

1] A deslocação ao Olímpico de Montjuïc confirmou a expetável superioridade inequívoca do Barcelona sobre o Benfica. Uma supremacia assente numa enorme diferença de qualidade individual entre os dois contendores, mas também na forma como os blaugranas se superiorizaram coletivamente, em todos os momentos do jogo, a única forma que, juntamente com alguns ajustes estratégicos, podia encurtar as distâncias. E mesmo os elevados riscos que os catalães expõem no processo defensivo, com mais debilidades em transição do que em organização, o que Bruno Lage aproveitou nos embates anteriores, praticamente não foram expostos. Muito pela forma como Flick, ao invés do que sucedera no duplo embate na Luz, nunca permitiu que o Benfica criasse perigo no momento de jogo em que se revela mais forte: a metamorfose da transição ofensiva em contra-ataques e ataques rápidos.

Deixe o seu comentário

Pub

Publicidade