Rui Malheiro

Rui Malheiro
Rui Malheiro Analista

N’América (mesmo ali ao lado)

1] Como esperado, a Seleção Nacional carimbou o apuramento direto para o Mundial com um triunfo caseiro contundente ante a Arménia. O histórico 9-1, que entra na galeria dos segundos resultados mais gordos em 104 anos de história, refletiu uma superioridade individual e coletiva esdrúxula sobre um rival imberbe. No Dragão, sem grandes arduidades, o 4x2x3x1, desdobrável em 3x2x5 ou em 3x1x5x1, assentiu que os lusos produzissem momentos de nota artística, com os três corredores, ao avesso do que sucedeu na Irlanda em que o esquerdo inexistiu, e os meio-espaços a serem perscrutados de forma incisiva, o que garantiu muito mais qualidade – e presença na área, além do apresto para o ataque à segunda bola – na chegada a zonas de finalização. Como atestam os 15 remates enquadrados e 3 bolas aos ferros num festival de 34 disparos: 24 de dentro da área, 10 de fora da área. O que contrariou o grande desastre de Dublin, que encerrou com apenas 5 remates enquadrados em 27 disparos: 14 de dentro da área, 13 de fora da área.

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