O sexto violino

1] Tal como Rúben Amorim admitiu, de volta ao registo de franqueza desarmante, no final da partida, a vitória robusta sobre o Man City não resultou de uma exibição linear. A primeira parte foi extremamente árdua para o Sporting, que cometeu vários erros com bola – ao procurar sair da pressão para chegar à baliza adversária, o que o Benfica, por exemplo, não teve coragem para fazer em Munique – e sem bola, ao sentir amplas arduidades em acompanhar a qualidade técnica, a velocidade de execução e a intensidade cerebral – técnica, tática, física e mental – dos citizens. Por isso, os comandados de Guardiola adiantaram-se precocemente no marcador a partir de uma ligação curta entre Israel, Debast e Morita – lá está, a vontade de fazer um jogo completo, até com o posicionamento inabitual do japonês no centro-direita, com Hjulmand no centro-esquerda do miolo –, que, de forma imprudente, foi desarmado, em zona alta, por Foden, capaz de conduziu e de definir através do remate uma contratransição veemente. Se os leões reagiram de imediato, com um desperdício colossal de Gyökeres ante Ederson, após uma recuperação no meio-campo defensivo de Pote, lesto a isolar o sueco na profundidade, seguiu-se praticamente meia hora em que os leões foram encostados às cordas, vendo-se obrigados a baixar o bloco, com os citizens, totalmente dominadores e controladores, a desperdiçarem meia-dúzia de oportunidades claras de golo.

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