1 Centrar o debate futebolístico nas arbitragens deficientes de António Nobre, no Benfica-Arouca, e de Cláudio Pereira, pessimamente socorrido por Hélder Malheiro no VAR, no Santa Clara-Sporting, é tudo menos inesperado nos corredores do ludopédio indígena. Mesmo quando parecia que se tinham mudado os tempos, nunca mudarão as vontades. Isto porque os dirigentes, através de comunicados, intervenções públicas cirúrgicas ou utilizando fontes, passam a mensagem que lhes interessa aos adeptos, tão sedentos da conquista de títulos e troféus como de comprovarem que o seu clube é o mais lesado. O que não é mais do que um subterfúgio para se escapar ao essencial.
