O futebol profissional português está no limbo. Pressionada pela aproximação de uma data para a centralização que promete ser um choque de realidade e pelos alertas do novo presidente da FPF sobre a necessidade de reformular os quadros competitivos, a Liga vive um período eleitoral de quase dois meses, com uma direção executiva sem legitimidade para tomar decisões de fundo. Tanto tempo dá para muita coisa – até para fazer esquecer o estatuto de interino dos atuais dirigentes da Liga. A partir de 11 de abril, com novos presidente e direção na Liga (legitimados pelos votos dos clubes), os dossiês começarão a ser estudados.