O discurso de tomada de posse de Reinaldo Teixeira como presidente da Liga ecoou pelo auditório da novíssima sede do organismo. Na plateia, Pedro Proença ouviu o seu sucessor dizer que “as narrativas não podem sobrepor-se à realidade”, apontando o exemplo prático da centralização dos direitos dos jogos. Apesar de ser o “tema mais nuclear da indústria” e que “desde há 10 anos tem sido a principal bandeira desta casa”, Reinaldo Teixeira lembrou que “a Liga não tem nenhuma proposta de aquisição de direitos na mão” e que também “não tem ainda uma chave de repartição futura aprovada pelas sociedades desportivas”. E antecipou que as “avaliações à nossa Liga podem ficar aquém das melhores expectativas”.