Pela terceira vez na história, Portugal vai jogar uma final do Europeu de sub-21, o único título continental que nunca conquistámos. Mas, mais do que um troféu, o que esta geração merece é ter as mesmas oportunidades que as suas antecessoras de 1994 e 2015, onde brilhavam vários jogadores que acabaram por fazer história quer na Seleção A, quer em alguns dos maiores clubes do Mundo. A equipa que esteve na fase final em 1994 (de Jorge Costa, Rui Costa, Figo ou João Pinto, entre muitos outros) contava com 7 jogadores que já eram internacionais A; a de 2015 (com Raphaël Guerreiro, William Carvalho, João Mário ou Bernardo Silva), tinha 12. Agora, há apenas um (Gedson Fernandes).