Sangue azul e tempestade

A final da Taça de Portugal teve um drama que a vai manter na memória dos adeptos durante largos anos. Para o subestimado Rui Borges, foi o segundo troféu ao fim de 29 jogos em Alvalade (zero derrotas em partidas domésticas...). Mesmo com o seu sotaque transmontano, sem o sangue azul ou pedigree que, por vezes, parece que é exigido para ocupar alguns cargos, a verdade é que não falhou onde não podia falhar e ficará na história do Sporting e do futebol em Portugal.

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