A acusação do Ministério Público ao Benfica, V. Setúbal, Luís Filipe Vieira e Paulo Gonçalves deve ser lida sob dois prismas. O primeiro, o mais óbvio e basilar num Estado de direito, é sobre o que será provado pela Justiça. As conclusões da investigação deixam muitas dúvidas se será possível condenar clubes e dirigentes por corrupção desportiva, até porque não se tenta estabelecer nenhuma relação de contrapartida direta, mas isso não invalida que haja condenações por outros crimes.