Um ganha, dois perdem

A nova era no futebol português já era. Os aparentes esforços pelo bem comum, que pareceram empenhados quando André Villas-Boas se juntou a Rui Costa e Frederico Varandas na liderança dos três maiores clubes portugueses, foram insuficientes perante uma realidade óbvia: para um ganhar, há dois que perdem. Isto aplica-se dentro de campo e também no processo absolutamente fraturante que a Liga Portugal enfrenta nos próximos três anos: o da centralização dos direitos de transmissão.

7
Deixe o seu comentário

Pub

Publicidade