O contrato que o Benfica se prepara para assinar com a NOS, e que vinculará o clube para as próximas duas temporadas, irá ser uma espécie de unidade métrica pela qual todo o processo de centralização se guiará. Ao subir o valor que tinha antes, e que já era o mais elevado de todos os contratos individuais, as águias obrigam a Liga a apontar ainda mais para cima quando fizer as contas ao valor que será preciso encaixar para que seja cumprida a promessa de que nenhum clube sairá a perder a partir de 2028/29.