Pinto da Costa pode finalmente descansar, após anos de luta contra a doença. Ao partir, continua vivo. O maior portista sente-se através de um FC Porto imenso, desafiante, vencedor, que imaginou e construiu, e que jamais voltará a ser menor. Um clube que se tornou incómodo, à imagem e semelhança do líder inspirador. O FC Porto foi o grande Amor, a Vida, a Obra. Nem a morte tem força para separar esse vínculo. Foram 42 anos de presidência de um dragão de dedicação plena, mas que muito antes, em 1957, tinha aceitado o desafio de ser vogal do hóquei em patins, dando início a um percurso ímpar até à glória.
