Agora já todos sabem

André Villas-Boas provocou, no situacionismo do futebol português, o mesmo impacto que causou na corrida eleitoral do FC Porto. Teve de ser o último dirigente a chegar a um cargo de topo a soltar o grito de revolta contra a hipocrisia institucional e os silêncios cúmplices. Agora que Villas-Boas falou, já todos sabem da paz podre. Falta um ano para a centralização de direitos televisivos ter de ser apresentada e não se conhecem avanços nem propostas; os grandes não se entendem quanto às questões de fundo do futebol; a Liga esteve à sombra da centralidade colocada na transição de Pedro Proença para a FPF; há uma guerra em curso do novo líder federativo com Fernando Gomes e um choque frontal entre os grandes do Sul e do Norte quanto à polémica sucessão no futebol profissional.

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