A tempestade que assola a arbitragem bateu à porta da Taça de Portugal, a principal competição organizada pela FPF. No início de outubro, Pedro Proença tentou desescalar a tensão no ‘Football Summit’, mas passados dois meses e meio a pacificação é nula e o “clima de união” não resiste ao exterior inóspito da Cidade do Futebol. Ante mais erros inexplicáveis, a solução não é encolher os ombros e dizer que “não deveriam ter acontecido”. Estamos a chegar ao fim de 2025 e se há decisões nos principais jogos ao arrepio das instruções da Direção Técnica Nacional, então é altura de perguntar quando é que surgirão frutos? O Plano Nacional de Arbitragem pode fazer história, mas para ter sucesso a 12 anos faz falta competência para apagar fogos no curto prazo.
