O desespero de Donald Trump para desviar atenções do envolvimento no escândalo dos ficheiros Epstein, e tentar captar algum apoio para as eleições intercalares de novembro, deixa o mundo refém da ansiedade e do medo. A guerra no Médio Oriente seria relâmpago, a fazer lembrar promessas de outros líderes autocráticos noutras paragens, mas ameaça eternizar-se. O Irão não se rende e, com o passar dos dias, ergue-se o fantasma da inflação, do aumento brutal dos combustíveis, e acentua-se a rejeição profunda do povo ocidental. Conflitos que se eternizam e ganham pontos de contacto com as batalhas de alecrim e manjerona à portuguesa. Frederico Varandas e André Villas-Boas serão líderes de Sporting e FC Porto por muitos anos, mas não são boas notícias o facto de a hipocrisia institucional, já moribunda, ter falecido a 3 de março de 2026, em Alvalade. Mais do que a rivalidade clubística, ainda que inflamada, a aversão transpôs a fronteira da incompatibilidade pessoal. Um desaparecimento súbito do verniz que não terá retorno possível no atual cenário de beligerância competitiva.