Numa alusão à forma repentina como André Villas-Boas deixou o Marselha, o jornalista do L’Equipe, Régis Dupont, desabafou que, em França, não era conhecida essa faceta "vulcânica". "Vulcânico, não. Emocional, sim", respondeu AVB, sendo questionado sobre se um presidente deve ser emotivo. "Sim, deve ser emotivo, mas deve ser racional também", argumentou. No túnel do Dragão, após o triunfo sobre o Estrela da Amadora, o líder libertou uma erupção vulcânica de emoções e assumiu um papel inesperado na turbulência. Mesmo sem ter protagonizado atos graves, segundo os relatórios oficiais, ficou na mira mediática por ter quebrado a personagem. Todavia, quando entender que está em causa a defesa do FC Porto, Villas-Boas não olhará a guiões, nem será travado pelas críticas. Face ao que foi reportado, terá é de conter os excessos.
