No futebol, assistimos a um fenómeno curioso: os clubes aprovam regulamentos com pompa e circunstância, mas, assim que são implementados, tentam ignorá-los. É urgente que cumpram com rigor o que eles próprios assinaram. Não há espaço para a hipocrisia de quem legisla na teoria, mas foge à responsabilidade na prática. Quando uma norma é ignorada por conveniência, o que morre não é apenas o papel, é a própria ética da competição.