A tragicomédia da máscara

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Espera-se de uma janela que permita a entrada de luz, que cumpra o propósito de permitir a circulação do ar e, deste modo, assegure uma ligação com o exterior. No entanto, na poesia e nas janelas de mercado, esta abertura ascende à condição de metáfora para a possibilidade de fuga e ascensão ao sonho. O verão de 2025 e Viktor Gyökeres brindaram-nos com uma história que extravasa a dimensão de novela e encontra colo na boa tradição da tragédia grega.

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