A aprendizagem na vida é um processo contínuo. Já dizia a minha avó que havia de morrer a aprender. E assim aconteceu. Aprendeu sempre com as suas bisnetas, quando lhas levava, naquela pureza de relações de parte a parte, de felicidade recíproca, com presença reivindicada pelas petizes, já que a Bisa não ousava fazê-lo.