Ruben Amorim viu terminado o consulado no Manchester United. Ao cabo de 14 meses tumultuosos, não resistiu apesar do trabalho hercúleo de reabilitação de um gigante atordoado por maus resultados; a sucessivos erros de casting escandalosos que não foram de sua responsabilidade; à guerrilha levada a cabo por um bando de ex-jogadores que se julga dono do clube e cuja influência condiciona o ar que se respira em Old Trafford; e, por fim, às declarações no final do jogo com o Leeds, que prenunciaram o despeito pela retirada de poderes na gestão.