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Record Gaming testou o videojogo de terror e sobrevivência da 'Blumhouse Games' e do estúdio 'Vermila Studios'
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Sejam bem-vindos à ilha de Tormentosa, um lugar amaldiçoado onde o sol nunca chega e a escuridão é uma constante. 'Crisol: Theater of Idols', o novo videojogo da 'Blumhouse Games' e do estúdio 'Vermila Studios', passa-se em Hispânia, uma reimaginação de pesadelo de Espanha.
A nossa personagem principal é o capitão Gabriel Escudero, um soldado que embarca numa viagem sombria para cumprir uma missão divina do Deus Sol. Sem saber muito bem como naufragou na ilha Tormentosa ou por que lá se encontra, Gabriel Escudero tem pequenos 'flashbacks' que estão guardados na sua memória. Apesar de um efeito quase amnésico, o capitão tem em mente um único objetivo: chegar à Catedral.
O caminho é sinuoso - e cheio de obstáculos. Paisagens sinistras, ruínas e ruas labirínticas irão dificultar a missão de Gabriel Escudero que, à medida que procura uma forma de chegar à Catedral, vai-se deparando com inúmeras marionetas desfeitas e animais mortos pelo chão e a cada esquina por onde passa.
Depois de um longo caminho sem qualquer interação, apenas uma chuva intensa e escuridão constante, o nosso personagem surge armado. Sem perceber muito bem de onde surgiu, Gabriel Escudero mostra-se armado com um revólver e é quando se apercebe que as figuras que se encontram espalhadas pela ilha - que pareciam inanimadas - serão um dos seus maiores tormentos durante esta aventura assombrada.
O nosso primeiro combate foi um fracasso total, mas faz parte da narrativa, até porque não tivemos qualquer tipo de controlo sobre a personagem. Depois de praticamente estar entre a vida e a morte, Gabriel Escudero recebe intervenção divina do Deus Sol e apercebe-se que naquela ilha poderá usar o próprio sangue (e não só) como arma mortal e um 'salva-vidas' constante.
À medida que vamos explorando as ruas sinuosas e estreitas de Tormentosa, surge-nos uma arma branca na mão. Também sem perceber muito bem de onde surge ou onde estava guardada, esta faca tem um limite de uso e é extremamente útil em combate corpo-a-corpo - especialmente contra as estátuas móveis e depois de nos apercebermos que precisamos de praticamente um carregador inteiro para conseguir fazer desaparecer um destes fantasmas que nos pregam sustos a cada porta que abrimos ou esquina que viramos.
A narrativa
Surgem vários diálogos à medida em que o jogo avança. O único que é feito com um espírito não divino ou demoníaco é com Mediodía, uma jovem que se introduz através de uma comunicação via 'Walkie Talkie', que Gabriel Escudero encontrou no chão de uma capela. Apesar de intrometida, Mediodía está empenhada em ajudar Gabriel Escudero em chegar ao seu destino - com um propósito escondido.
O capitão vai tendo vários 'flashbacks', como memórias que surgem no seu cérebro sem ele conseguir explicar muito bem como foram lá parar, e é com base nessas memórias que vai adquirindo mais conhecimentos sobre Tormentosa e o possível episódio maléfico e assombroso que tenha tornado toda a ilha num lugar sem luz.
Os gráficos
Testámos Crisol: Theater of Idols na qualidade máxima permitida pelo jogo e mesmo assim não ficámos totalmente convencidos por tudo o que deveria proporcionar-nos do ponto de vista gráfico. A iluminação cinematográfica ajuda a criar um ambiente assombroso, obscuro até - principalmente pela colocação de várias velas nas divisões das casas e capelas ou dos lampiões espalhados pelas ruas -, mas efetivamente fica sempre a sensação de que há algo em falta.
O facto de ser um jogo relativamente leve (15,8GB), faz com que a nível gráfico também não exija muito da máquina em que estás a jogar [n.d.r.: Record Gaming testou este jogo num computador], ainda assim encontrámos alguns bugs visuais. O mais incómodo foi quando nos deparámos pela primeira vez com um cartaz do Padre Augusto Arroyo, uma das personagens principais do jogo. "As vozes de Ulisses. Obedece", lia-se. Contudo, esta mensagem aparecia de forma intermitente no ecrã, apesar de o rato estar imóvel sobre o cartaz. É algo certamente a corrigir.
Avaliação global
'Crisol: Theater of Idols' tem claramente espaço para melhorar. Seja através da correção de pequenos bugs que vão aparecendo à medida em que vamos explorando o cenário, seja através da melhoria da iluminação (espaços escuros estão efetivamente demasiado escuros) ou da evolução da jogabilidade. Várias vezes terás combates com três estátuas em simultâneo e, sendo que numa fase inicial o revólver tem 10 munições e precisas de acertar praticamente todas elas para eliminar uma estátua de cada vez, este pormenor acaba por tornar toda a tua experiência de combate muito cansativa.
Outra das questões que o jogo deve tentar melhorar é o facto de a personagem ficar armada sem justificação possível. Tal como expliquei anteriormente, antes do início de cada combate, Gabriel Escudero surgiu primeiro com um revólver nas mãos e depois com uma arma branca, ambos apareceram quase por magia. São detalhes que qualquer amante de videojogos presta atenção.
Preço
Neste momento, o jogo está com um desconto de 10% na Steam, onde pode ser adquirido por 15,74 euros.
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