"Call of Duty: Black Ops" ataca Fidel Castro

Anda por aí alguma indignação por causa do conteúdo de "Call of Duty: Black Ops", o mais recente capítulo do FPS editado pela Activison. Logo na primeira missão, o objectivo é "despachar" Fidel Castro

"Call of Duty: Black Ops" ataca Fidel Castro
"Call of Duty: Black Ops" ataca Fidel Castro

Anda por aí alguma indignação por causa do conteúdo de "Call of Duty: Black Ops", o mais recente capítulo do FPS editado pela Activison. Logo na primeira missão, o objectivo é "despachar" Fidel Castro. Sosseguem os puristas e os inimigos dos videojogos. Activision e Treyarch resolvem a coisa com mestria e não menos... ironia.

Nesse primeiro momento do modo campanha a solo, o operacional que vamos interpretar é colocado em Cuba no início dos anos 60 e o objetivo da missão é claro: eliminar Fidel Castro. Depois de cumprida a missão (se o fizermos com qualidade há direito a sequência em registo “bullet time”) somos capturados e percebemos que o boneco de Fidel era um… sósia. Seguem-se umas sessões de tortura com a ajuda dos soviéticos.

São essas sessões de tortura (é assim, aliás, que começa a ação de mais este capítulo de COD) que, procurando a memória e as confissões do operacional, fornecem o argumento para este "Black Ops" -- tradução para operações negras, ou intervenções secretas (e sempre negadas) dos Estados Unidos na vida de outros países.

O jogo leva-nos então a locais tão díspares como Cuba, Rússia ou Vietname e segue a cartilha do "franchise". Grande ritmo, envolvência nas sequências de luta, cenários variados; momentos de condução de veículos (ou de controlo das armas desses mesmos veículos); armamento diverso, tudo numa lógica imparável.

Com melhorias nos desafios online (grande comunidade) e uma proposta cooperativa para enfrentar... zombies, "Call of Duty: Black Ops" é um dos melhores jogos de 2010. Talvez  não ficasse mal um ou outro momento de acalmia no terreno -- o ritmo é tão frenético que fica sempre a sensação de haver muito por explorar. Ainda assim, vale, sem surpresas, 18 na nossa escala de 0 a 20.

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