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A opinião de Luís Pinto
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Agora que 2016 acabou, chegou a altura de escolher os melhores jogos do ano. É claro que cada pessoa terá os seus favoritos e escolher um top 10 nunca é fácil, mas também é verdade que há muitos jogos que estarão nos predilectos da grande maioria.
Foram doze meses com muitos jogos, algumas surpresas e muitas confirmações, quer positivas, quer negativas.
Um top 10 para tanto jogo lançado num só ano é quase injusto e por isso alguns bons jogos ficaram de fora. NBA 2k17 é talvez o melhor jogo de desporto de sempre, mas não o consegui colocar no top 10. O mesmo aconteceu com Forza Horizon 3, o melhor jogo de corridas deste ano, e muitos outros. Xcom 2 foi mais um bom jogo, tal como Battlefield 1 ou até mesmo Watch Dogs 2 que melhorou bastante em relação ao jogo anterior. Para além destes, também fica de fora Dishonored 2, por muito pouco...
10º lugar – Doom
Para mim foi uma surpresa muito positiva. Doom consegue oferecer uma experiência intensa e intuitiva, com bons gráficos, bons modos de jogos, muita intensidade e violência e claro, uma jogabilidade que responde muito bem.
9º lugar – Final Fantasy XV
Sim, é impossível bater as expectativas que este nome carrega e é verdade que Final Fantasy XV tem falhas na história e nas missões secundárias. No entanto, em tudo o resto o jogo está bastante bom, com uma grande banda sonora, bons gráficos e uma grande jogabilidade que encaixa muito bem num surpreendentemente bom sistema de combate que torna o jogo muito divertido. Infelizmente ainda está longe das obras primas que esta saga já teve.
8º lugar – Civilization VI
O famoso jogo estratégia está de volta e não foi uma surpresa que seja tão bom. Capaz de manter as raízes dos jogos anteriores mas libertando-se o suficiente para ser inovador, mais inteligente, mais intuitivo e complexo, sem destruir a experiência de jogo, Civ VI é o jogo de estratégia que querem ter no vosso PC.
7º lugar – Titanfall 2
Outra boa surpresa. Acreditava que Titanfall regressaria melhor, mas não tanto. No seu género poucos conseguiram oferecer o que Titanfall 2 tem para dar. Intenso, com excelentes combates, momentos inesperados e gráficos acima da média, é na jogabilidade e no multiplayer que Titanfall 2 tem os seus trunfos. Se tivesse uma melhor história estaria mais acima nesta lista, mas uma coisa é certa… é o shooter do ano.
6º lugar – Overwatch
Um dos fenómenos do ano. A Blizzard não falha e aqui volta a prova-lo. Uma das melhores jogabilidade do ano é a base de um jogo que ao ser tão simples, torna-se brutalmente viciante por tudo o que faz bem. O seu sistema de progressão até pode parecer linear, mas a Blizzard sempre soube como nos agarrar a um jogo… Diablo, anyone? Divertido, competitivo e frenético. É um jogo a ter.
5º lugar – The Witness
Uma das maiores surpresas do ano para mim. Capaz de levar um jogador ao limite, este é um jogo que nos molda enquanto jogadores. A forma como olhamos os jogos, a forma como os encaramos e tentamos ultrapassar, é aqui alterada, por um jogo original e que tem tanto de esclarecedor como de confuso. Uma das melhores experiências de jogo deste ano.
4º lugar – The Last Guardian
Sim, é um jogo controverso, e sim, marcou-me imenso. The Last Guardian é um fantástico jogo para quem estiver disposto a receber o que este tem para dar. É um jogo com problemas de camera, a jogabilidade não é perfeita, mas emocionalmente é incrível. A narrativa está perfeitamente executada para nos levar a criar um laço emocional que os jogos não deveriam conseguir atingir. E tudo isto graças a uma amizade entre um simples rapaz e o animal mais incrivelmente criado para um videojogo em termos de realismo comportamental.
3º lugar – Dark Souls III
Jogo mais difícil do ano? Check!
Capacidade de nos levar ao limite? Check!
Cheguei a odiar este jogo pela sua dificuldade? Check!
Dark Souls III leva um jogador ao limite e é o culminar de uma brutal evolução desta saga que começou com o incrível Demon Souls. Memoráveis bosses, ambiente esmagador, boa banda sonora e a melhor jogabilidade da saga. Não é, claramente, um jogo para todos. É um compromisso de muitas horas e uma longa aprendizagem para quem o jogar.
2º lugar – Inside
A maior surpresa do ano. Já esperava um bom jogo dos criadores de Limbo, mas este jogo está noutro nível. Forte, emotivo, capaz de mostrar uma história apenas com o que vemos, Inside é talvez o jogo mais inesquecível deste ano, e será, provavelmente, o menos conhecido deste meu top. Uma experiência única e um jogo que está muito perto de ser uma obra prima.
1º lugar – Uncharted 4
Uncharted 4 está à frente do seu tempo em vários aspetos. Boa componente sonora e uma história que consegue explorar as nossas personagens favoritas da saga, mas, principalmente a jogabilidade e o grafismo estão noutro patamar. Com brutal intensidade e uma boa inteligência artificial, Uncharted 4 está no topo da jogabilidade, mas o seu trunfo é mesmo a componente gráfica. Cenários, movimentos e, principalmente, as faces dos personagens, estão num nível que que nenhum outro jogo atingiu. Em termos de gráficos, Uncharted 4 é o jogo a ser superado em 2017… a questão é ver se algum consegue.
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