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O novo capítulo de Pro Evolution Soccer subiu de forma face ao antecessor. Está mais fluído, mais interessante de jogar e consegue apagar as críticas que foram justamente feitas à edição anterior. Che
O novo capítulo de Pro Evolution Soccer (PES) subiu de forma face ao antecessor. Está mais fluído, mais interessante de jogar e consegue apagar as críticas que foram justamente feitas à edição anterior. Chega para voltar a ganhar o título de "melhor" simulador de futebol? É muito provável. Mas a conclusão fica para mais tarde, quando for possível compará-lo com o rival.
A equipa da Konami que desenvolveu este PES utilizou o termo "revolução" para fazer a analogia entre este capítulo e o que foi editado no ano passado. Não iremos tão longe, embora sejam evidentes as alterações introduzidas. Desde logo na interface, que procura ser mais simples e intuitiva.
Há também novas animações e outro estilo nas repetições -- aqui com a aposta nos efeitos, que nos dão outra sensação de velocidade. Mantém-se a lógica dos licenciamentos oficiais (volta a faltar a Liga portuguesa, por exemplo), pelo que a presença da "Champions" acaba por ser mais-valia. Já os plantéis precisam de alguma atualização: Ramires ainda joga no Benfica (o que dava um jeitão a Jorge Jesus...); Meireles e Bruno Alves no FC Porto; "Ibra" no Barcelona e por aí fora. Nada de particularmente grave, até porque o editor presente no jogo permite colocar os pontos nos "ii". Lá chegará, mais para a frente, o habitual "patch" para fazer o devido "update".
As intervenções estratégias e tácticas também foram alteradas (há um modo treinador que até pode deixar a equipa a... jogar sozinha, desde que o embate seja com a máquina), destacando-se a facilidade com que podemos editar a posição de cada jogador no terreno. É um mundo por explorar, que inclui, por exemplo, hipótese de personalização dos dribles.
O novo sistema de controlo (a Konami chama-lhe passes a 360 graus, com indicador de energia para controlar o peso e a direcção da bola) exige alguma habituação -- principalmente em termos da direcção que pretendemos dar ao passe. Mas é inegável que o jogo ganhou imenso com esta novidade. Será até a principal responsável pela fluidez da acção e por uma lógica de "football association" -- interessa o futebol colectivo, de passe e progressão, por oposição à tendência para "pegar no Messi" e ir por ali fora driblando tudo quanto aparece pela frente.
Da vertente online, onde a comunidade portuguesa já está bem presente, podemos dizer que os servidores da Konami parecem afinados e capazes de suportar a acção sem o desprezível "netlag". Pelo menos nas várias incursões que ali fizemos e que tiveram, claro, mais derrotas do que vitórias...
Disponível nas versões para PS3, PS2, PC, XBox 360, Wii e PSP, o novo Pro Evolution Soccer 2011 está a rodar na nossa PlayStation 3 (prstriker na comunidade online) e merece um 17 nossa classificação de 0 a 20.
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