PGW: Já jogámos Days Gone e a carne é de qualidade

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Um dos pontos altos da Paris Games Week é a presença de Days Gone, o tão esperado título da Bend Studios que recentemente foi adiado para abril. O Record Gaming meteu mãos aos comandos e contamos agora o que vimos.

Uma sessão de 15 minutos não dá para uma avaliação extensa, é certo, mas Days Gone está a cumprir as expectativas que criou e isso é um dos fatores mais importantes na indústria atualmente.

Nesta demonstração, há duas cenas disponíveis: uma com mais parra e outra com uva da pura. O mesmo é dizer que é possível experimentar um trecho da história de Deacon St. John, numa interação com o mundo exterior e pouca preocupação com os zombies, mas também enfrentar um imponente modo de sobrevivência em que o que não nos mata… come-nos um pedaço.

Pouco importa se temos uma caçadeira ou um bastão. O que mais conta na luta pela vida em Days Gone parece ser o número de inimigos. Uma coisa é defrontar dois Freakers, outra é levar literalmente com dezenas ou centenas de bestas humanas vorazes pelas nossas entranhas.

A luz de Days Gone está sublime e os movimentos do nosso bandido idem aspas. É fácil ficarmos familiarizados com os comandos – não diferem muito dos outros títulos do género – e tudo parece correr de forma fluida neste exclusivo da PS4.

Quanto ao som, ainda que os headphones se esforçassem, o barulho exterior do pavilhão não permitiu medir as afinações.

Até abril será um saltinho e não haverá muito mais para aprimorar. Os dois meses de adiamento serão apenas para retocar uma obra que, para já, caminha a passos largos para o hall of fame.

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