"Mission 1 start!" - Assim começava o furioso Metal Slug

Saga começou há mais de duas décadas e ainda hoje se joga

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Metal Slug

Correr e disparar. Esta é a base de Metal Slug, uma saga de sucesso que começou nos anos 90 e que ainda é jogada. Controlar um personagem armado e matar tudo o que nos aparece pela frente pode parecer muito cliché, mas acreditem: comecem a jogar Metal Slug e digam-se se se fartam.

O jogo nasceu em 1996 pela mão da SNK – pois é, passaram 21 aninhos! – e foi lançado para as saudosas Neo Geo, Sega Saturn e PlayStation. Muitos podem conhecê-lo dos nostálgicos salões de jogos e ainda levar a mão ao bolso quando "insert coin" começava a piscar no ecrã.

A história gira em torno de uma luta entre o exército do governo que enfrenta a rebelião no ano de 2028. Algures no meio da confusão surge o esquadrão Peregrine Falcon, com os nossos Marco Rossi e Tarma Roving. Mais tarde apareceriam as sexy Eri e Fio para embelezar a escolha de personagens no jogo.

Metal Slug: Super Vehicle-001, assim se chamada o primeiro jogo, deu origem a várias sequelas e spin-offs, dos quais se destacam os Metal Slug 2, 3, X, 4, 5, 6, 7 e Anthology. Cada um introduzia novos desafios e armas, mas a dinâmica era sempre a mesma: altíssima! De resto a banda sonora que acompanha cada uma das edições de MS é de louvar, dada a forma como nos puxa a disparar quase em sintonia com a batida. Alguns temas roçavam o psicadélico e obrigavam-nos a estar de olhos bem abertos para com toda a ação que acontecia no ecrã.

Com bosses mais ou menos complicados, pelo caminho ainda íamos defrontando veículos militares, bichos, múmias e até marcianos. Tínhamos também a missão de salvar os prisioneiros de guerra, muitos deles homens de tronco nu com farta barba e cabelo que saltavam alegremente com a nossa ajuda e nos ofereciam armas de grande calibre. O jogo estava recheado de pitadas de humor, porque uma matança não tem de ser uma coisa macabra, não é?

Cada edição de Metal Slug tinha à volta de cinco ou seis níveis e era relativamente rápido chegar ao fim de cada um deles. Isto se fossem hábeis o suficiente para descarregar a vossa arma em cima de quem vos queria enterrar. Mentira! Não o facto de nos quererem enterrar, atenção, mas a nossa arma nunca descarregava. A pistola que já trazíamos ‘de casa’ tinha munições infinitas e, portanto, podíamos contar com ela até ao fim do Mundo. O armamento que íamos apanhando pelo caminho é que era limitado. Com um botão para disparar e outro para saltar, fora os comandos de direção, sobrava uma tecla para arremessarmos bombas. Podíamos também usar veículos a nosso favor, como um ue (o Metal Slug) ou submarinos, também eles bem apetrechados em termos de armamento.

A saga teve tanto sucesso que chegou a quase todas as plataformas. Metal Slug Anthology, por exemplo, foi produzido para PS2, PSP e Wii, sendo que atualmente ainda pode ser descarregado na PS Store para a PlayStation 4. Se não estiverem numa de gastar dinheiro, também podem fazer sofrer o vosso teclado com a edição do jogo online, sem que seja necessário instalar algo no vosso PC. É chegar, ver e… disparar. Bom Metal Slug para todos.

Por Luís Miroto Simões
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