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Vilarinho decidiu manter viva a sociedade e aumentar-lhe o capital. Operação foi salva por três homens, mas causou um rombo ao BES
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"Jamais poderemos agradecer a Manuel Vilarinho a coragem e disponibilidade que teve para assumir aquela luta na altura." As palavras são de José Ribeiro e Castro, um dos benfiquistas que mais deram a cara na oposição a João Vale e Azevedo, de cuja direção se demitiu poucos meses após ser eleito. Em outubro de 2000, Vilarinho derrotou o então presidente nas eleições mais concorridas de sempre no clube até essa data e comprou, pelos mesmos 160 mil contos investidos (800 mil euros) a participação detida por Vale e Azevedo desde a constituição da SAD. Ao fim de poucas semanas de trabalho, percebeu o caos em que o Benfica se encontrava e percebeu que era urgente fazer um aumento de capital da SAD criada meses antes, de forma a garantir um encaixe financeiro imediato. "Na altura, colocou-se a questão: mantinha-se aquela SAD com um aumento de capital ou fazia-se uma nova, declarando insolvência da que existia? A opção foi manter a que já existia", recorda Ribeiro e Castro.
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