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Cumpre-se esta 4.ª feira o 10.º aniversário de falecimento do técnico que também encantou Portugal. Da comunidade mineira de Langley Park até à despedida no Newcastle do seu coração, houve toda uma história de amor pelo jogo e pela vida
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"É o barulho, a paixão, a sensação de pertença, de orgulho na tua cidade. É o miúdo que sobe as escadas do estádio pela primeira vez, segurando a mão do pai, que olha para aquele pedaço sagrado de relva abaixo dele e, sem poder fazer nada, apaixona-se." O que é, afinal, um clube? Foi esta questão que Bobby Robson colocou a si mesmo no seu livro ‘Newcastle - My kind of Toon’ e a resposta, citada em cima, não poderia ser mais elucidativa sobre a forma como o malogrado jogador e treinador inglês olhava e sentia o jogo que preencheu 61 dos 76 anos que contou de vida. Esta quarta-feira cumpre-se o 10º aniversário de falecimento de Sir Bobby Robson, porventura uma das figuras mais unânimes do futebol português que, para cúmulo, até representou dois rivais históricos nacionais, Sporting e FC Porto.
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