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No tempo em que o passado dos estrangeiros que assentavam pé no futebol português era dos domínios do mistério, um jogador desembarcou no sul.
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No tempo em que o passado dos estrangeiros que assentavam pé no futebol português era dos domínios do mistério, um jogador desembarcou no sul. Vinha de Inglaterra. Nascera num país que não existe mais. Dizia-se que era louco. Chamava-se Petar Borota. Jugoslavo, guarda-redes, pintor, condenado. A sua vida dava um filme e a passagem por cá, entre 1982 e 1986, foi uma cena entre muitas. O antigo guardião foi recentemente lembrado em Itália (onde morreu) e recordado pelas imprensas espanhola e inglesa. Borota foi Higuita antes de haver Higuita.
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