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Mas será que a fórmula vencedora de Minecraft, e que tão bem foi usada em Dragon Quest Builders, encaixa no mundo Lego?
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Mas será que a fórmula vencedora de Minecraft, e que tão bem foi usada em Dragon Quest Builders, encaixa no mundo Lego?
O que se nota de imediato é que um mundo construído com blocos é um sonho e agradará a todos os fãs da marca. Tecnicamente, o jogo não deslumbra mas também não compromete uma experiência que será bastante extensa. Tanto som como gráficos estão dentro da média, quer na calma ou divertida banda sonora, quer no mundo cheio de blocos Lego e numa câmara que raramente atrapalha. Este mundo é incrivelmente vasto, ao ponto de, ao fim de várias dezenas horas, se perceber claramente que ainda vimos muito pouco do que este universo tem para nos dar, elevando a componente de exploração para um patamar superior e que nos impele a explorar e explorar, sempre à procura de algo novo para construir ou colecionar.
Infelizmente, o jogo torna-se repetitivo ao fim de algumas horas, sobretudo porque a mecânica de construção não está bem afinada. Estamos perante um tão grande leque de opções, com tantos tipos de blocos Lego, que não terá sido tarefa fácil criar um sistema de construção prático na sua utilização, mas a verdade é que, para construções em grande escala, é preciso bastante tempo e conhecimento do sistema para que tudo seja agilizado. Ainda olhando para a jogabilidade, nota positiva para o controlo de objetos e para o do nosso personagem, mas lamenta-se que durante os combates não seja também intuitivo controlar os ataques e as defesas possíveis.
Lego World tem uma boa base e muito por onde evoluir. As possibilidades são enormes e o mundo para explorar é verdadeiramente grande, com muito para se fazer e construir. As horas aqui passadas são divertidas e o jogo consegue focar-se no público adolescente. Apenas lhe falta um pouco da magia Lego e de mais momentos cómicos que nos façam sorrir.
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