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Quatro anos depois de ter sido afastado da liderança da FIFA, o suíço reafirma que está de consciência tranquila e revela que se tornou mais filosófico. Mas também não esquece quem o ‘tramou’ e Gianni Infantino é o principal alvo das críticas
Aos 83 anos, Joseph Blatter pouco mudou. Sorri relaxado, embora na memória de todos estejam ainda o tormentoso período que levou à sua saída da presidência da FIFA. Já passaram quatro anos. Quase nada. Ou uma eternidade, depende do ponto de vista. Então, a sua vida ia de estádio em estádio, os jogos de futebol eram o centro da sua vida, para além das intrigas políticas que constituem o dia a dia na cúpula da FIFA. Hoje vê futebol pela televisão. E, diz, os seus dias são também preenchidos a ler... filosofia! "Já não tenho que trabalhar, mas não posso parar. Tornei-me mais filosófico e elegeram-me duas veces como ‘humanista do ano’. Duas vezes!", revela. Blatter não dá ponto sem nó. Continua à espera de uma decisão do Tribunal Federal suíço sobre o caso que o tramou em 2015. Mas não pensa esquecer ou perdoar aos responsáveis por esta situação. E não poupa Gianni Infantino, que lhe sucedeu à frente da FIFA.
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