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Tal como o 124 Spider, este Abarth tem por base a colaboração entre a Fiat e Mazda, através do MX-5
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Depois da recuperação do 124 Spider, em boa hora decidida pela Fiat, era só uma questão de tempo até surgir uma versão mais musculada. A missão ficou por conta da Abarth, marca nascida no final dos anos 1940 a partir da visão do austríaco Karl Abarth. O pequeno ‘roadster’ ganhou assim o ‘selo’ do escorpião, justificando ao mesmo tempo e sem surpresa tão ilustre signo… de identidade desportiva.
Tal como o 124 Spider, este Abarth tem por base a colaboração entre a Fiat e Mazda, através do MX-5. As semelhanças com o modelo japonês ficam, no entanto, pelo interior e pela solução de simplicidade encontrada para a operação manual de retirar ou colocar a capota de lona. A Abarth trabalhou o ‘design’ – refinando as opções da Fiat para o 124 – e, claro, a dinâmica.
A escolha para a motorização recaiu no bloco gasolina 1.4 MultiAir Turbo com 170 cv de potência, companheiro ideal para um carro que pesa apenas 1.060 kg e que tem, por isso, relação de 6,2kg/1 cv. As ‘performances’ são esclarecedoras: 6,8 segundos dos 0 aos 100km/h e 223 km/h de velocidade máxima são cartões de visita de um ‘roadster’ com tração traseira, servido por caixa manual de 6 velocidades – há versão com caixa automática.
A identidade Abarth, evidente nas soluções estéticas (o escorpião marca presença no interior exclusivo), encontra verdadeira expressão quando nos sentamos ao volante. O som rouco do motor acompanha os ritmos de condução e estes convidam ao divertimento, seja em ambiente urbano, seja em estrada. Curiosamente, os consumos são… ‘civilizados’. Claro que um carro ‘dois lugares’ a começar nos 41 mil euros entra diretamente para a categoria das paixões. E o escorpião é, diz-se, um signo especialista nesse capítulo muito particular.
A sedução da voz rouca
A Abarth dotou este 124 com sistema de travagem Brembo, trabalhou nas suspensões e na direcção para oferecer grande experiência de condução, deu-lhe dois modos distintos de utilização (Normal e Sport) e, tal como noutros modelos, não esqueceu a questão sonora. O 124 Abarth tem voz rouca, com resposta pronta às solicitações do acelerador, e o som, expressivo dentro e fora do habitáculo fica por conta do sistema de escape ‘Record Monza’.
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