O VAR e os foras-de-jogo: Meter o futebol em linha

Afinal, como é que se marca uma irregularidade de três centímetros? Record explica como funciona o sistema no nosso país, qual a margem de erro e quais os motivos que levam um realizador televisivo experiente a ter dúvidas

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• Foto: Peter Spark / Movephoto

Durante muito tempo, o mundo do futebol pediu a tecnologia das linhas de fora-de-jogo. Aí está ela, já com um impacto evidente, não só em Portugal como em todos os campeonatos – e competições europeias, como a Liga dos Campeões e a Liga Europa – que decidiram fazer a aposta. Como em quase tudo no desporto, várias são as figuras, entre elas Aleksander Ceferin, presidente da UEFA, que criticam a possibilidade de se tomar uma decisão tendo por base 3 centímetros – como aconteceu com Soares no golo anulado a Marega, no recente FC Porto-Rio Ave – e, por isso, Record colocou mãos à obra. O nosso jornal teve oportunidade de perceber como é que o sistema implementado em Portugal funciona, desde o primeiro momento, que passa pela medição dos campos antes de cada jogo, até ao contacto entre o operador e o vídeo-árbitro para definir os pontos que vão traçar as linhas determinantes.

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