Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Dois portugueses foram a Cotonou, maior cidade do país, para fazer crescer a paixão pela modalidade
Seguir Autor:
É nos sítios mais improváveis que por vezes crescem os projetos mais apaixonantes. Em Cotonou, no Benim, um discreto país escondido no Golfo da Guiné, há uma pequena comunidade de 80 crianças e jovens entre os 5 e os 16 anos onde o hóquei em patins vai ganhando cada vez mais adeptos. A história começa com Kouokam Kamtchueng, um franco-camaronês que jogou hóquei em patins na liga francesa. Tentou meter os Camarões a andar de patins, mas não teve sucesso. Saltou a Nigéria até chegar a Cotonou, a maior cidade do Benim, onde teve abertura para ali fazer crescer a paixão pelo desporto. Através das redes sociais, pediu ajuda a treinadores estrangeiros para ajudar a desenvolver o hóquei no país africano. E foi aí que entraram em cena Pedro Gonçalves, treinador do Parede na última época, e Ricardo Lopes, jogador que pendurou os patins na equipa da linha na última época.
Os oito fundadores da organização, que eram conhecidos como “os da capital”, tinham fama de serem “maus no crime e bons na bola”
A seguir na Ligue1: um 'senhor 50 M€' e dois talentos precoces
Record apresenta três jovens a seguir em Itália na próxima época
Investidor estará presente no Thinking Football Summit 2024
Rumores e confirmações nos principais campeonatos
Subdiretor de Record revela novos dados sobre a situação no programa 'Mercado Now'