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Um dia, Pacheco partiu a loiça e revoltou-se com o rumo que o Benfica de Eriksson estava a levar. "Passou-se", concluíram alguns amigos quando leram uma entrevista na qual punha em causa o modelo, a tática e quase todas as opções de uma equipa que, na liderança do campeonato, estava a jogar abaixo do que devia. O algarvio optara por uma atitude idêntica à de Maradona no Mundial’86. Diego resumira, em plena cabina, no fim de um jogo que aproximara a Argentina do título, convicção em contraponto com a orientação do selecionador Bilardo: "Escolham as táticas que quiserem mas para trás não jogo."
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