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O baú do Rui
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Mozer tinha chegado ao Benfica poucos meses antes. Na viagem para Aarhus, cidade dinamarquesa por onde passara na caminhada vitoriosa de 1960/61, a águia vivia o sobressalto de um início de época medonho. A preocupação era evidente entre a comitiva, pelo mau arranque e porque a vantagem de 1-0 não dava garantias. Toni, adjunto de Ebbe Skovdahl, espelhava a dúvida. Tentei animá-lo, dizendo que a equipa defendia bem, sofria poucos golos e essa podia ser arma importante. Os elogios ao reforço brasileiro tinham a sua concordância mas continham uma preocupação: “Veremos quantos penáltis vai ele fazer até ao fim da época.”
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