Atletismo voltou na Noruega e caiu um recorde histórico com mais de 30 anos

Jakob Ingebrigtsen superou o máximo europeu fixado por Steve Cram nos 2000 metros em 1985

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O atletismo continua num processo de 'reinvenção' no pós paragem devido à Covid-19, com eventos diferentes do normal que procuram voltar a motivar os atletas e também continuar a manter a modalidade na agenda mediática. E a verdade é que, mesmo sendo em cenários pouco comuns, continuam a cair recordes. Os mais recentes registaram-se esta quinta-feira em Oslo, na Noruega, nos 'Impossible Games', onde os inevitáveis irmãos Ingebrigtsen voltaram a fazer das suas.

O maior destaque vai para Jakob, o mais novo do clã, que fixou o novo recorde europeu nos 2000 metros, com 4:50.01, retirando quase um segundo e meio ao anterior máximo, que pertencia desde 1985 a Steve Cram (4:51.39). Um registo histórico, que coloca o jovem de 19 anos como o sexto mais rápido de sempre na distância e que permitiu à sua equipa (Team Ingebrigtsen) levar a melhor num duelo à distância com um grupo de atletas quenianos - composto por Timothy Cheruiyot, Elijah Manangoi e Edwin Melly.

Para além deste recorde do mais novo, também Filip Ingebrigtsen conseguiu um novo máximo, no caso o norueguês dos 1000 metros, ao correr a distância em 2:16.48 minutos, superando o registo de Vebjørn Rodalile (2:16.78).

Mas os recordes não se ficaram pela família da 'casa'. Também Karsten Warholm entrou para a história, ao fixar um novo máximo histórico nos 300 metros barreiras, uma distância muito vista no ensino universitário, que não caía desde 2002. Warholm correu sozinho, mas nem isso o impediu de 'cravar' o cronómetro em 33.78 segundos, 70 centésimas mais rápido do que a marca que pertencia a Christopher Rawlison.

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