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Na Turquia vivi uma jornada repleta de peripécias... com convidados inesperados
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Costumo dizer que a maratona é capaz de nos colocar no nosso devido lugar. Pelo bem e pelo mal. Ali, naqueles 42 quilómetros e qualquer coisa, passamos por um pouco de tudo, como na vida. Da euforia inicial, às dúvidas a meio caminho, aos momentos de renascimento quando a ‘coisa’ aperta, até ao êxtase final. Esta costuma ser a evolução normal neste tipo de aventuras. E foi mais ou menos isso que vivi em Antalya, na longínqua Turquia. E não vou dizer de outra forma: a maratona colocou-me mesmo no meu lugar. Sabem quando vão para algo cheios de confiança, a pensar que serão ‘peanuts’? A não ser que estejam muito bem, o mais certo é acabarem a dizer mal da vossa vida. Cheguei com o quase sub-3 de Sevilha ainda no balão da confiança, mas também o tinha nas pernas. E não o esperava. "Isto vai ser fácil", pensei eu ao acordar, com apenas três horas de sono. A prova começou e tudo parecia estar no sítio... até deixar de estar. Mas já lá vou.
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