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A crónica de uma maratona em que a diversão e a superação andaram de mãos dadas
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A ideia estava cá há muito tempo e não podia ter escolhido uma melhor data para o fazer. Correr maratonas disfarçado já é algo habitual por esse mundo fora e a viagem a Paris foi a oportunidade ideal para tal. A cidade respira alegria na maratona. Sentimo-nos como uma etapa do Tour, com milhares e milhares a apoiarem-nos, a puxarem por nós. Não nos conhecem, não sabem os nossos sucessos, as nossas batalhas, mas estão ali a apoiar. Independentemente do nosso ritmo, da nossa nacionalidade... E se já é assim num contexto normal, imaginem quando fazem os 42 quilómetros (e uns pozinhos) disfarçados de Homem Aranha. A festa foi total! Sim, a pessoa que veem ali à direita é mesmo aquela que vos escreve. A foto não está ali apenas de forma ilustrativa. Porque fazer maratonas não tem de ser só apenas performance. Deve ser, especialmente para nós corredores amadores. uma forma de diversão. Sem nunca desrespeitar a distância (que assusta a cada dia que a desafio...), mas se soubermos divertirmo-nos a experiência será absolutamente incrível. E foi isso mesmo que vivi nas ruas da Cidade Luz. Era a 2ª vez que a fazia, por isso já sabia mais ou menos o que me esperava. Ruas repletas de gente, muitos gritos de "allez" e um passeio turístico em ritmo acelerado com vista para alguns dos pontos emblemáticos da cidade. O que não esperava era mesmo o frio. E aí entrou o "não podia ter escolhido melhor data" para correr disfarçado. Estavam 0ºC na hora da partida. Um frio que congelava! Por ir mascarado levava uma camada extra, que se revelou a melhor decisão de sempre! Mesmo assim, lembro-me perfeitamente daqueles minutos que antecederam a partida... Tremia e não era do nervoso miudinho (ele existia, mas não era para tanto!). Era mesmo do frio! Assim que a pistola assinalou a partida, foi um alívio. Podia finalmente mexer-me e lançar-me à minha maratona n.º 22. Mas com o mesmo encanto de sempre. Porque fazer uma maratona, além de ser sempre algo distinto, é algo que apaixona, que mexe connosco, que nos mostra onde estão os nossos limites. E fazê-lo em Paris, meus amigos, é algo que todos nós, como maratonistas, devemos fazer uma vez na vida.
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