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A nossa análise ao terceiro modelo da nova família da marca norte-americana
Depois de termos gostado bastante tanto das Aero Spark como das Burst - mais das primeiras do que das segundas -, chegar às Skechers Aero Tempo deixa-nos com um sabor agridoce. Porque tínhamos imensas expectativas sobre este modelo e, no final, sentimos que algo bom ficou a meio caminho. Provavelmente porque os outros dois modelos nos deixaram tão bem impressionados e, sendo este o mais caro dos três, esperávamos algo na mesma linha. Não foi propriamente o caso. As Skechers Aero Tempo não são um mau modelo. Longe disso. Mas, como dissemos, ficam um pouco aquém.
Com 235 gramas - com drop de 4mm (37 mm-33 mm) -, são claramente o modelo mais 'racer' da gama. Tanto no aspeto como na sensação. No aspeto, começando pelo upper, quem gosta de modelos agressivos ficará desde logo encantado com aquilo que a Skechers apresenta. Especialmente nesta cor avermelhada. A ajudar a esse ar agressivo, digno de um 'speedster', a marca norte-americana coloca no upper um material extremamente respirável, com um toque 'plástico', mas ao mesmo tempo muito bom no ajuste ao pé (sem nunca comprimir em demasia). No calcanhar, também algo minimalista no aspeto, estão pequenas cápsulas de esponja, que impedem atritos incomodativos. Um acerto total!
Na meia-sola é onde mora a magia. Ou onde devia. A Skechers usa a espuma HYPER BURST, combinada com a mesma fórmula dos outros modelos - uma placa com duas 'asas' com perfusão de carbono a todo o comprimento. A espuma dá o retorno de energia base e a placa, para lá de acrescentar uns pontos de resposta, garante a estabilidade - é um dos modelos deste género mais estáveis que testámos este ano.
No papel e na prática é isso que levámos. Mas, numa era em que este tipo de fórmulas nos dá sensações explosivas, nas Tempo ficamos ali a meio caminho. Temos um retorno... mas nada de especial. A corrida é suave, 'smooth', mas não temos aquela sensação de 'wow' que tantas vezes levamos noutros modelos. Digamos que respondem bem em treino, mesmo nos mais rápidos, mas sentimos que ficam algo aquém do que esperávamos para um potencial 'race day shoe'. No fundo, quase que sentimos que temos de ser nós a fazer o trabalho todo, sem ter grande ajuda das sapatilhas. Se são divertidas de se usar, sim? Mas nada do outro mundo, especialmente para um modelo de 170 euros.
O que é do outro mundo - vá, é deste, mas está num nível fantástico - é a sola. Uma vez mais com o composto Goodyear, um dos melhores do mercado a par do Continental ou PUMA Grip. Continuamos a achar que este é um dos compostos mais subvalorizados do mercado, tal é a sua capacidade de tração, tanto em seco como em molhado, mas também pela durabilidade. Usa composto de pneu e dá resposta digna de um pneu topo de gama.
No fundo, fazendo um balanço global, as Skechers Aero Tempo são aquilo que dissemos acima. Uma oportunidade que fica a meio caminho. Se for o caminho para uma segunda versão bem sucedida, estaremos cá para ver. Mas se a fórmula for repetida... então a Skechers falhou. Ou, se calhar, é porque na forja está aí uma versão Aero... Racer? Se assim for, tudo bem...
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