No próximo sábado arranca a Volta a Itália. Entre os favoritos, há espanhóis, franceses, polacos e naturalmente italianos.
A primeira prova de três semanas do calendário mundial começa com espanhóis, franceses, polacos e naturalmente italianos na linha da frente pela conquista da camisola rosa.
Sem o vencedor de 2015, Alberto Contador (Tinkoff), este ano focado em voltar a brilhar no Tour, mas também sem Nairo Quintana (Movistar) – campeão em 2014 – ou ainda Chris Froome (Sky) – só conta com duas participações no Giro, uma delas com desistência, a outra um 36.º –, as atenções focam-se essencialmente em três nomes: os espanhóis Alejandro Valverde (Movistar) e Mikel Landa (Sky) e o italiano Vincenzo Nibali (Astana). Do trio, só Nibali já conhece o sabor de vestir a camisola rosa no último dia, tendo ganho o Giro em 2013. Mas há outros nomes a ter em conta numa corrida quase centenária (este ano é a edição 99). Os franceses Tom Dumoulin (Giant) e Arnaud Demare (FDJ) ou ainda o polaco Rafal Majka (Tinkoff).
A armada portugueses resume-se este ano a André Cardoso (Cannondale), após em 2015 ter tido a companhia de Sérgio Paulinho (Tinkoff). Para Cardoso será a terceira presença seguida na Volta a Itália, uma corrida onde se dá bem. Em 2014 foi 20.º; o ano passado 21.º. Mas estará um pouco limitado nas ambições pessoais por força de ajudar o líder, o colombiano Rigoberto Uran.
Percurso
À primeira vista o percurso do Giro de 2016 pode parecer menos montanhoso que os anteriores, numa corrida que nos habituou aos grandes espetáculos das longas e duras etapas. Seja como for, a decisão do vencedor está reservado para as duas etapas antes da derradeira, a da consagração, em Turim, no dia 29. O tiro de partida, no sábado, é dado fora de portas, na Holanda.
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