Fez parte da primeira geração de ouro do futebol português, ganhou quase tudo o que tinha para ganhar
António Simões, o ‘irmão branco’ de Eusébio, é um homem feliz consigo e com a vida que teve e que o futebol lhe proporcionou. Quando lhe pergunto se o futebol foi a coisa mais importante da sua vida – exceptuando a família, claro – diz-me logo que não. E justifica. "Porque viver é muito mais importante do que a profissão. A profissão, no meu caso, o futebol, ajuda a ter vida", sublinha Simões, enquanto acaba a bica que tomamos no piano-bar de um hotel lisboeta.
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