O trajecto de Braga a Inverness

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O trajecto de Braga a Inverness

Da capital minhota até Santander foi sempre a rolar por alcatrão, com portagens por cá, de borla por lá. Depois, foram 23 horas de ferry, onde se jantou e dormiu, como se em casa estivessemos. Chegados a Portsmouth, acampámos – como aliás fizémos sempre durante toda a viagem, pois parques de campismo há muitos e bons! -  e no dia seguinte fomos até Londres.

Carlisle foi a última cidade inglesa antes da fronteira e Dumfries a primeira escocesa já com alguma dimensão.

Prosseguimos para Turnberry, já na costa, e subimos rumo a Norte. Ayr, Irvine, deixando Glasgow para segundas núpcias. Optámos por rodear o lago Lomond e seguir para Crianlarich onde voltámos a inflectir em direção à costa até Ardgou e ao ferry que, em Lochaline, nos deixou na ilha de Mull. É lindíssima a estrada que daqui segue para Salen e Tobermory, um porto de pesca que nos possibilitou um jantar magnífico de «sea food» - marisco. Entrámos de novo num outro ferry, mais pequeno, que nos recolocou no continente e voltámos a subir até Fort William, via Lochailort. Os mapas que o Luis, da RMS, tinha carregado nos gps eram fantásticos...

Depois de dormir em Invergarry, rumámos para Noroeste, para Kyle of Lochals, e atravessámos a ponte que nos deixou na ilha de Skye, onde se produz um dois mais famosos maltes entre nós conhecidos. Dada a volta, recomeçámos a subir até Lochcarron e daqui, finalmente, atingimos Inverness, a cidade mais a Norte e que era o nosso ponto de retorno.

O tempo «disponível» estava a esgotar-se e a «descida» foi feita depressinha, até Dover, não sem que antes se perdessem umas boas horas a calcorrear o centro histórico de Edimburgo. As quais, aliás, valeram bem a pena.

Mas Dover esperava-nos e as filas intermináveis (não exagero se disser que elas se estendiam por mais de 20 km) de camiões que aguardavam para atravessar o Chunnel empurraram-nos para o ferry que atravessa a Mancha.

Em França apenas Rouen mereceu uma visita; em Espanha Bilbao e o seu Guggenheim e Vigo e os seus «pulpos» e pimentinhos Padrón foram paragens obrigatórias, mas tudo muito rapidinho pois Braga estava à vista. E, não por um canudo. Tinhamos percorrido mais de 6 mil quilómetros.

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