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Tornou-se no primeiro ‘dare devil’, alguém que desafiou limites numa moto de 160 kg
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Imagina alguém que pega no filho recém-nascido, com um dia, e segue para casa… de moto? E que, depois de se aperceber daquilo que fez, vende a moto por arrependimento? Eis Robert Craig Knievel Jr. ou, como o Mundo o conheceu, Evel Knievel. Falamos de um homem que nasceu no meio das montanhas do Montana, nos Estados Unidos, e se tornou no primeiro ‘dare devil’, alguém que desafiou limites numa moto de 160 kg, sem as tecnologias dos tempos de hoje, ao saltar por cima de autocarros, camiões e até desfiladeiros. Um verdadeiro gladiador dos tempos modernos.
Falecido em 2007 com um grave problema de pulmões, Knievel tem agora a sua história contada na biografia ‘Eu sou Evel Knievel’, que estreou no Discovery Channel. Record teve a oportunidade de falar com Kelly Knievel, o filho mais velho, uma experiência onde se ‘viu’ Evel, o homem que entrou no Guinness por ter fraturado ossos… 433 vezes. "Não havia um guião para a vida dele. Simplesmente acordava, pensava no que queria fazer… e fazia. Não havia agentes, nada. Nunca ninguém tinha feito aquilo. Era uma pessoa com uma personalidade forte e nada o podia parar", conta-nos Kelly.
Seria de pensar que entre ficar em coma, internado semanas e afins, o medo fosse parte da vida dos Knievel. Nada mais errado. "Sempre nos ensinou que se caíssemos, tínhamos de nos levantar. Às vezes podia ser assustador, mas nunca achei que ele ia morrer", explica Kelly, que viu o pai, então com 27 anos, abraçar a personagem para nunca mais a largar. "Ele era o Evel Knievel à mesa do pequeno-almoço! Era exatamente a mesma pessoa que saltava por cima dos carros todos. Adorava ser o Evel. Ficou famoso e fez coisas que nunca teria feito", confessa.
De alto risco
Em 1975, Knievel tentou a loucura de saltar por cima de 13 autocarros em Wembley. Caiu, ficou em péssimo estado e voltou para os Estados Unidos de maca, no avião. No entanto, a reação, contada pelo filho, também resume a personalidade de Evel. "Ele não ia retirar-se com uma queda. Então, nove meses depois, saltou por cima de… 14 autocarros", afirma. "Não há ninguém igual, pois não?", remata.
Arrependimentos só na vida pessoalKnievel teve uma enorme fortuna, perdeu-a, voltou a reconquistar parte. A vida era uma montanha-russa, mas os únicos arrependimentos de Evel estão na vida pessoal. "Ele era muito dominador. Teve algumas discussões de que se arrependeu e tentou corrigi-las no final", explica-nos Kelly. E se Evel não fosse Evel? Kelly nem quer pensar: "Também podia querer que o céu fosse vermelho e isso não mudava nada. Nem por um momento quis que as coisas fossem diferentes. Tenho muito orgulho nele e no legado dele."
Elenco de luxo aos pés de Evel
Uma das melhores formas de perceber como Evel Knievel marcou o Mundo é ver os depoimentos na biografia. Os atores Matthew McConaughey, Michelle Rodriguez, o músico Kid Rock, todos eles falam de como Evel os influenciou. "Queríamos trazer um contexto moderno à história", começa por dizer-nos Derik Murray, produtor do documentário. "O Evel trilhou um caminho fantástico e estamos a celebrar o génio dele neste filme, queremos mostrar a história dele. Mostra como se levantou sempre que caiu. Não tinha medo de nada, mas também era sensível. Era uma pessoa única", refere Murray.
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