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Numa primeira reação podíamos pensar que o X1 ficaria a perder por ter motor 1.5 litros
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A segunda geração do BMW X1 começou a carreira ainda em 2015, procurando dar sequência ao sucesso comercial do antecessor e que foi traduzido em cerca de 730 mil unidades comercializadas. O Sport Activity Vehicle (SAV foi a designação escolhida pela marca alemã) recebeu bastante ‘upgrades’ face à geração anterior e um dos mais importantes passou pelo aumento do espaço interior – conseguido através de ganho de 53 milímetros na altura ao solo da carroçaria –, incluindo a capacidade da bagageira.
Esta orientação, digamos, alinhada com utilização familar não prejudicou, nem podia, a lógica ‘premium’ do interior, complementada depois por alargada lista de motorizações. E é aqui que está outro dos pontos em destaque, com a aposta no pequeno 3 cilindros diesel de 116 cv – o mesmo bloco que equipa, por exemplo, o novo Mini Clubman One.
Numa primeira reação podíamos pensar que o X1 ficaria a perder por ter motor 1.5 litros. Mas o certo é que esta versão faz sentido sob vários aspetos. Não só é indicada para quem privilegia lógicas racionais (em contraponto à emoção), como dá ao modelo da BMW uma espécie de estatuto proletário. Porque o preço – se esquecermos os já habituais e onerosos extras – consegue ser competitivo. Isto sem esquecer a questão dos consumos e das emissões de CO2, cada vez mais relevante. E haverá sempre quem não dê demasiada importância a ‘performances’, enfim, mais raçudas.
As ajudas à condução
O BMW X1 é proposto com alargada lista de extras – no caso da versão 16d que conduzimos havia quase €7.000 de benesses, incluindo sensores de estacionamento e luzes LED, entre outras –, mas as ajudas à condução merecem referência especial. O sistema Connected Drive, por exemplo, utiliza um ‘head-up display’ para fornecer informação, havendo ainda items como ‘cruise control’ ativo com função ‘stop & go’; aviso de invasão da faixa contrária; aviso de colisão; aviso de proximidade dos peões com função de travagem. Tudo complementado com vários modos de condução.
A Honda prossegue o plano de eletrificação de todos os modelos da gama – há três novos elétricos puros para lançar até 2023 – e coube agora a vez ao Honda Civic.
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